12/02/2026
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Moonraker: Onde e quando filmaram nas Cataratas do Iguaçu?

Descubra em que pontos e em que época as cenas de Moonraker foram gravadas nas Cataratas do Iguaçu, com dicas práticas para visitar os locais hoje.

Moonraker: Onde e quando filmaram nas Cataratas do Iguaçu?

Se você já viu as imagens impressionantes do filme e se perguntou exatamente onde tudo foi filmado, este texto é para você. Vou explicar de forma direta onde nas Cataratas do Iguaçu as cenas de Moonraker foram gravadas e em que período isso aconteceu. Também trago dicas práticas para quem quer ver os mesmos locais hoje, como chegar e o que esperar.

Onde exatamente nas Cataratas filmaram?

Moonraker: Onde e quando filmaram nas Cataratas do Iguaçu? aparecem cenas que mostram a imensidão das quedas e mirantes amplos. As filmagens aproveitaram os pontos mais famosos do complexo: as passarelas do lado brasileiro e alguns ângulos a partir do lado argentino.

No lado brasileiro, a equipe utilizou a estrutura do Parque Nacional do Iguaçu para captar panorâmicas das quedas e dos visitantes nas passarelas. Os mirantes próximos à Garganta do Diabo foram cenário para muitos planos dramáticos.

No lado argentino, os cinegrafistas aproveitaram os passeios que ficam próximos a Salto San Martín e outros saltos centrais. Esses pontos oferecem perspectivas diferentes das quedas e constituem a base para muitas das tomadas aéreas vistas no filme.

Quando filmaram nas Cataratas do Iguaçu?

As gravações externas de Moonraker ocorreram durante a fase de filmagens em 1978, no calendário de produção que antecedeu o lançamento do filme em 1979. A equipe passou alguns dias no Parque Nacional do Iguaçu para captar imagens de locação.

O clima e o volume de água nas cataratas variam ao longo do ano. Em 1978 a produção escolheu uma época em que as quedas estavam com boa vazão, o que favoreceu cenas impactantes. Para produções cinematográficas, isso é comum: escolher janelas com melhor visual natural.

Como filmaram: técnicas e bastidores

Para gravar as cenas, a equipe combinou tomadas de perto nas passarelas com planos aéreos e imagens captadas a partir de embarcações. Helicópteros e gruas foram usados para obter movimentos amplos.

Em terra, a produção trabalhou com guias e equipes locais para garantir a segurança e a logística. Muitas cenas que parecem contínuas no filme são, na prática, uma montagem de vários planos filmados em dias diferentes.

Os efeitos de câmera e o som ambiente ajudaram a transmitir a sensação de escala. Em muitos momentos, a combinação entre imagens reais e técnicas de edição criou a continuidade que vemos na tela.

O que ver hoje: roteiro para fãs

  1. Mirante principal: comece pela passarela do lado brasileiro para ver as quedas de frente e identificar os pontos usados no filme.
  2. Garganta do Diabo: suba até o laboratório de mirantes que dá acesso a esse ponto. É onde foram feitas muitas das tomadas fechadas.
  3. Passarelas argentinas: atravesse a fronteira para ter a vista lateral dos saltos e comparar ângulos que aparecem no filme.
  4. Passeio de barco: programe o passeio que passa perto das quedas para sentir a potência da água, semelhante às cenas aquáticas do longa.
  5. Trilhas curtas: faça as trilhas que levam a pontos menos óbvios; elas rendem fotos parecidas com as tomadas de filme.
  6. Visita guiada: escolha um guia local para ouvir curiosidades e confirmar onde a produção posicionou câmeras e equipamentos.

Dicas práticas para visitar os locais de filmagem

Planeje com antecedência e compre ingressos para o Parque Nacional do Iguaçu online nos dias de maior movimento. Isso evita filas e garante horário para a trilha principal.

Leve capa impermeável e proteja equipamentos eletrônicos. O spray das quedas alcança as passarelas e é comum sair molhado mesmo em dias de sol.

Se quiser comparar cenas do filme com a realidade, leve imagens ou trechos do filme no celular. Isso ajuda a localizar os ângulos mais parecidos quando estiver em cada mirante.

Antes de sair de casa, faça um teste de velocidade para streamings e vídeos se pretende assistir a cenas em alta qualidade enquanto estiver na estrada; você pode tentar um teste IPTV de 2 horas para conferir como o vídeo roda em diferentes conexões.

Considere visitar em dias de semana ou no início da manhã para conseguir fotos sem muitas pessoas. A luz da manhã costuma valorizar a paisagem.

Transporte e hospedagem

Foz do Iguaçu tem boas opções de hospedagem para todos os orçamentos. Escolha um hotel próximo ao parque para reduzir deslocamento nas manhãs em que a luz é melhor para fotos.

Se for cruzar para o lado argentino, leve documentos pessoais e cheque horários de funcionamento de ambos os parques.

Exemplos práticos para fotografar como no filme

Use lente grande angular para captar a sensação de profundidade das quedas. Isso reproduz bem os planos amplos exibidos em Moonraker.

Experimente timelapse com o celular para registrar movimento da água. Essas sequências curtas lembram a dinâmica das tomadas aéreas do filme.

Para fotos com pessoas na frente das quedas, posicione o sujeito entre a câmera e o mirante. Assim você preserva a escala do conjunto e cria um recorte semelhante às cenas cinematográficas.

Resumo e conclusão

As cenas de Moonraker nas Cataratas do Iguaçu foram gravadas principalmente em 1978, com tomadas feitas nos mirantes do lado brasileiro e em ângulos do lado argentino. A produção explorou pontos icônicos como a Garganta do Diabo e as passarelas centrais para capturar imagens grandiosas.

Se você quer revisitar esses lugares, siga as dicas práticas, faça o roteiro sugerido e compare as cenas do filme com o que encontra no parque. Moonraker: Onde e quando filmaram nas Cataratas do Iguaçu? agora já tem uma resposta clara — use o roteiro e as dicas e vá conferir pessoalmente.

Pronto para colocar as dicas em prática? Planeje a visita, proteja seus equipamentos e aproveite para comparar o filme com a realidade.

Sobre o autor: Mauricio Nakamura

Administrador de empresas, formado em administração pela Universidade Federal do Paraná, Maurício Nakamura começou sua carreira sendo estagiário em uma empresa de contabilidade. Apaixonado por escrever, ele se dedica em ser um dos editores chefe do site STE (Setor Energético), onde pode ensinar outros aspirantes à arte de se especializar no mundo da administração.

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