Viagem e turismo no Brasil: perspectivas

Viagem e turismo no Brasil: perspectivas

O Brasil tem atraído cada vez mais a atenção de investidores de todo o mundo depois que sua economia se mostrou resiliente à crise econômica global de 2008/2009 e registrou crescimento positivo em 2010.

Esse crescimento tem atuado como um grande ímã para turistas internacionais, o que levou a um crescimento positivo nas chegadas em 2010 e no turismo doméstico mais dinâmico.

O transporte aéreo é cada vez mais favorecido pelo crescente número de turistas domésticos de classe média no Brasil. É provável que isso aumente à medida que o país se prepara para sediar eventos esportivos globais, como a Copa do Mundo FIFA 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

Desenvolvimentos de infraestrutura são a prioridade

Aeroportos que operam com excesso de capacidade, uma infraestrutura portuária precária e a falta de quartos de hotel nas grandes cidades representam as principais preocupações para os agentes de viagens e turismo do Brasil no longo período que antecederam a Copa do Mundo FIFA 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. 

Portanto, as autoridades governamentais estão priorizando o desenvolvimento de infraestrutura em transporte e hospedagem para viagens, de modo a ser capaz de lidar com o aumento maciço esperado nos fluxos de turismo de 2021 para frente.

Por serem as principais cidades de entrada e onde ficam os aeroportos mais movimentados do Brasil, São Paulo e Rio de Janeiro têm a maior prioridade quando se trata de desenvolvimentos de infraestrutura para aeroportos e viagens. 

Locais calmos

Muitas pessoas que vem para o Brasil buscam os locais calmos que o país possui, para que possam “fugir” de locais movimentados.

Uma opção é se hospedar em Japaratinga. A cidade possui os chamados “hotéis fazendas”, que são locais calmos.

Os melhores se encontram em frente a praia.

Brasil vai apostar no turismo médico?

O turismo médico representa uma grande oportunidade para o Brasil impulsionar a atividade de viagens e turismo e diversificar ainda mais seu apelo de viagens e turismo.

 O país oferece hospitais credenciados nacional e internacionalmente, profissionais de saúde altamente qualificados e tecnologia moderna, entre outros atrativos para potenciais turistas médicos.

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No entanto, capitalizar em um segmento lucrativo de viagens e turismo não será uma tarefa fácil, já que o Brasil precisará explorar a demanda por turismo médico que está sendo atendida por outros destinos de turismo médico bem estabelecidos na região do Pacífico Asiático, como Tailândia, Índia e Singapura.

 Uma forma de obter ganhos no turismo médico seria focar principalmente no que o país faz de melhor: a ‘humanização’ de seus serviços e a criação de maiores sinergias entre todos os envolvidos em viagens e turismo para promover a excelência brasileira em medicina e saúde.

Tam e Lan formam a Latam Airlines

Em 13 de agosto, a chilena Lan Airlines e a maior companhia aérea de turismo no Brasil, TAM Airlines, anunciaram planos de fusão por meio de uma única holding conhecida como Latam Airlines Group. As duas marcas de companhias aéreas serão operadas separadamente.

 Assim que o negócio for finalizado, a nova entidade controlará mais de 17% das receitas de transporte aéreo da América Latina, criando a maior companhia aérea da América Latina.

A fusão solidifica o acordo de code share existente das companhias aéreas, permitindo mais coordenação em rotas e preços, bem como aumentando o poder de negociação com fornecedores. 

Além disso, amplia a presença geográfica de ambas as companhias aéreas. A TAM não tem operações domésticas fora do Brasil e a Lan, embora forte no Chile, Argentina, Equador e Peru, até agora não conseguiu entrar no enorme e crescente transporte aéreo doméstico no Brasil devido a restrições de propriedade estrangeira.

Políticas de liberalização dos céus aguardam os jogadores do transporte aéreo

Na tentativa de liberalizar sua política de transporte aéreo e atrair mais turistas internacionais para o país, as autoridades brasileiras assinaram uma série de acordos de céu aberto em 2009/2010. O mais importante foi assinado com os EUA em 2015.

Espera-se que a eliminação da interferência do governo nas decisões comerciais das companhias aéreas com relação a rotas, capacidade e preços resulte em serviços de transporte aéreo mais baratos e eficientes para fomentar o turismo no Brasil para passageiros domésticos e de entrada.

 No entanto, o crescimento futuro da capacidade será limitado por restrições de infraestrutura.

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